Odebrecht comprou banco
para pagar propinas
Em depoimento à PF, o executivo
Vinicius Veiga Borin, um dos apontados como operadores de offshores do chamado
“departamento de propina” da Odebrecht, disse que a empresa controlou 42 contas
fora do país sendo que a maioria foi criada após a aquisição da filial de um
banco, o Meinl Bank Antigua, no fim de 2010.
Ele cita transferências
“suspeitas” que somam ao menos US$ 132 milhões, segundo reportagem do Estado,
afirma que o marqueteiro João Santana recebeu US$ 16,6 milhões pela
offshore Shellbill Finance.
A delação que está sendo
negociada pela empreiteira de Marcelo Odebrecht com os procuradores envolve os
nomes de 175 deputados federais e senadores. Conforme o 247 já havia noticiado,
também devem ser envolvidos o presidente interino Michel Temer e 13 governadores.
De Brasília, Brasil 247,
20/06/2016, às 05h59



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