Ceará consolida retomada do
crescimento e registra alta de 2,17% no segundo trimestre
O
índice nacional no período foi de 0,3%. O governador Camilo Santana comemorou o
resultado
na transmissão pelo Facebook no início da tarde desta terça (12)
A economia cearense consolida a
tendência de crescimento e registra alta de 2,17% no Produto Interno Bruto
(PIB) do segundo trimestre deste ano. O dado, divulgado na manhã desta
terça-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará
(Ipece), é bem superior ao índice nacional, de 0,3%. Em comparação ao primeiro
trimestre deste ano, o crescimento do Ceará foi de 1,33%, enquanto o do País
ficou em 0,2%.
“Esse crescimento de 2,17%, bem acima do País, mostra a recuperação da
economia cearense. Gostaria de parabenizar a indústria, o setor agropecuário,
todos os investidores, e dizer que o Ceará é o primeiro em volume de
investimentos, em equilíbrio fiscal, em transparência e em educação. E tudo
isso impacta diretamente a vida das pessoas, com a geração de emprego, renda”,
comemorou o governador Camilo Santana, durante a transmissão ao vivo pelo
Facebook no início desta tarde.
O secretário do Planejamento, Maia Júnior, que participou da
transmissão, destacou o resultado diante do cenário de crise. “O Ceará retoma
sua pujança no Nordeste e no Brasil. O resultado do PIB do segundo trimestre,
que é muito bom dentro do cenário atual, é fruto do impacto da siderúrgica na
economia do Estado e do trabalho na gestão fiscal, que tem permitido atuar de
forma ampla para retomar nossa economia. Mesmo com seis anos com chuvas abaixo
da média e com essa grande crise econômica, temos capacidade de investimento,
pagamos salários em dia, realizamos concursos públicos e atraímos investimentos
privados, que geram empregos”, afirmou.
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Setores
No que se refere aos setores, o destaque foi a agropecuária. No segundo
trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, o setor apresentou
crescimento de 41,26% no Estado. “Devemos lembrar que estamos nesse processo de
crescimento com a seca. Há todo um esforço do Governo do Estado em realizar
investimentos e aumentar a oferta hídrica para a população. A falta de chuvas
tem um problema grave não só no consumo direto das famílias, como nas
atividades produtivas. E esse comportamento estratégico, de estabelecer
prioridades, é uma coisa importante que o Estado vem fazendo e que tem um
efeito direto no resultado do PIB”, explica o diretor geral do Ipece, Flávio
Ataliba.

Já o setor de serviços registrou alta de 0,13% e a indústria teve uma
pequena queda (-0,17%). “Neste segundo trimestre nós tivemos o período de
colheita. Além disso, a indústria deixou de cair com a velocidade que vinha
caindo, e a própria entrada em operação da siderúrgica ajuda a indústria de transformação
a ter uma expansão significativa. Hoje, o que é produzido na CSP é a maior
pauta de exportação do País, superando inclusive indústrias tradicionais, como
a de calçados e a têxtil. Estamos entrando num estágio de desenvolvimento com
outro perfil. E, por último, no setor de serviços, que representa 75% da nossa
economia, a própria redução do nível de desemprego faz com as pessoas tenham
mais renda e, assim, passam a ter mais confiança em gastar seus recursos”,
detalha Ataliba. E conclui: “Há dois anos tínhamos entrado em recessão, e agora
os números apresentados mostram expansão muito maior do que o que aconteceu na
economia nacional. Isso é um sinal importante de que temos saído do processo
recessivo. As perspectivas para os próximos trimestres é de confirmar essa
tendência”.
Do Nucleo de Comunicação do Governo do Ceará,
Falcão Jr/Wania
Caldas, repórter Caio Faheina!Fotos:
José Wagner, 13/09/2017


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