Clã Bolsonaro
se revolta com reação da mídia à nomeação de amigo pelo pai

O presidente Jair Bolsonaro criticou a reação da imprensa após a
nomeação do capitão-tenente da reserva da Marinha Carlos Victor Guerra Nagem
para a gerência executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da
Petrobras. Nagem é amigo do chefe do executivo federal.
"Peço desculpas à grande parte da imprensa por não estar indicando
inimigos para postos em meu governo!", disse ele no Twitter.
Seus filhos também saíram em defesa do pai. O deputado federal Eduardo
Bolsonaro (PSL-RJ) disse que "a imprensa brasileira está tão nojenta que
para os raros jornalistas sérios terem alguma credibilidade eles tem que criar
seus próprios canais, blogs e perfis nas redes sociais para assinarem seus
próprios artigos", escreveu o parlamentar no Twitter.
Pela mesma rede social, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro
(PSL), afirmou que "está decretado pela mídia: Bolsonaro não pode convidar
pessoas que ele conheça, capacitadas e obedientes da lei para seu
governo!". "Só inimigos e estocadores de vento!", acrescentou.
Em 2002, Carlos Victor Guerra Nagem disputou vaga
de deputado federal pelo Paraná e em 2016, a vereador por Curitiba. Nessa
campanha, contou com o apoio de Bolsonaro que aparece em vídeo pedindo votos
para aquele que chama de "amigo particular".
"É um homem, um cidadão que conheço há quase 30 anos. Um homem de
respeito, que vai estar à disposição de vocês na Câmara lutando pelos valores
familiares. E quem sabe no futuro, tendo mais uma opção para nos acompanhar até
Brasília", diz Bolsonaro no vídeo, segundo o jornal Folha de S.Paulo.
Atualmente, Nagem está lotado na capital paranaense e trabalha na área
de segurança empresarial da Petrobrás há seis anos. Também nunca exerceu 1
cargo comissionado antes. O salário dele aumentará de R$ 15.000 mensais para
mais de R$ 50.000.
De Brasília (DF), Brasil 247, publicado em 11.01.2019, às 12h43
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