Inscritos no Programa Mais Médicos devem se
apresentar até hoje aos municípios
Profissionais com registro
no Brasil, inscritos na segunda chamada do Programa, têm
até
hoje (10), para
se apresentar aos municípios. Houve 1.707inscrições para 1.197
municípios e 34
distritos (Foto:Arqivo – Divulgação)
Profissionais com registro no Brasil inscritos
na segunda chamada do programa Mais Médicos têm até hoje (10) para se
apresentar aos municípios.
Médicos que decidirem não comparecer mais às
atividades devem informar ao município onde trabalhariam. A cidade fica
encarregada de comunicar a desistência ao governo federal.
A etapa contou com 2.549 vagas em
1.197 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).
Ao todo, 1.707 profissionais com registro brasileiro escolheram localidades.
Segundo o Ministério da Saúde, candidatos que
desistirem dos postos terão as vagas colocadas de volta ao edital do Mais
Médicos. O sistema será atualizado com as vagas disponíveis para os
profissionais formados no exterior.
A previsão é que a lista de médicos brasileiros
homologados que deram início às atividades seja publicada no próximo dia 14.
Seleção
O ministério lançou, desde novembro, editais
para a substituição de 8.517 cubanos que atuavam em 2.824 municípios e 34
distritos sanitários especiais indígenas (DSEI).
Inicialmente, concorreram apenas médicos
brasileiros com registro no país. Um novo edital, em andamento, seleciona
também profissionais formados no exterior.
Revisão
O ministro da Saúde, o médico Luiz Henrique
Mandetta, disse que pretende revisar o Mais Médicos e rebateu a afirmação de
que faltam profissionais no Brasil.
Segundo ele, o país conta com aproximadamente
320 faculdades de medicina e 26 mil médicos graduados em 2018, com previsão de
aumento desse contingente em 10% ao ano até chegar a 35 mil profissionais
formados.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique
Mandetta, disse que pretende revisar o Mais Médicos
(Foto: Fabio Rodrigues Pazebn /Arquivo /Agência Brasil)
“Quem forma essa quantidade toda de
profissionais? Muitos deles endividados pelo Fies [Fundo de Financiamento
Estudantil] e muitos formados em escola pública. Não temos uma proposta ou
política de indução para que eles venham para o sistema público de saúde”
disse.
De Brasília, Agência Brasil.Publicado em 10/01/2019 – 10h58


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